Blog do Roberto

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MARCANDO PRESENÇA NA CONVENÇÃO NACIONAL DO PSDB

14ª Convenção Nacional do PSDB e a unificação do partido em torno do nome do novo presidente Geraldo Alckmin.

Agradeço a presença, a força e o peso da juventude tucana do Maranhão na convenção de hoje.

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Cidades Economia Maranhão Meio Ambiente

Lá vai o trem com o minério

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Foi um maranhense, o poeta Ferreira Gullar, quem nos brindou com a linda letra das Bachianas brasileiras, composição de outro gênio, o maestro Villa Lobos. Nessa letra Gullar conta que lembrava da infância e da magia do trem da sua meninice, que cortava o Maranhão, de São Luis a Teresina. “Lá vai o trem com o menino, lá vai a vida a rodar”….

Outro maranhense de gênio e também poeta, João do Vale, cantou o trajeto do trem no sentido inverso, de Teresina a São Luis. “O trem danou-se naquelas brenhas; soltando brasa, comendo lenha”.

Como se vê, o trem faz parte dos nossos afetos mais profundos. Mas a vida rodou e a passagem da velha Maria Fumaça foi substituída por outras máquinas que não soltam brasa nem derramam poesia por onde passam. O trem do minério, com suas dezenas de vagões, atravessa o Maranhão com a nobre missão de gerar riquezas, mas deixa por onde passa, além do apito, um rastro de impacto ambiental.

Vinte e três municípios do Maranhão emprestam seu território para essa riqueza passar por cima. São hospedeiros, que praticamente nada recebem em troca. Essa realidade se arrasta há 32 anos, com os municípios pleiteando uma fatia maior na Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais – CFEM, uma espécie de fundo compensatório, composto de um percentual obtido do aproveitamento econômico da exploração do recurso mineral, criado para auxiliar os municípios a mitigar os impactos ao meio ambiente.

Na semana que passou essa realidade começou a mudar. O Senado aprovou emenda de minha autoria que redistribui os recursos provenientes da CFEM, destinando 60% para os Municípios produtores, 15% para os Estados, 10% para a União e 15% para Municípios que são corredores de escoamento.

Essa a grande novidade, que irá beneficiar, por exemplo,  Açailândia, , Bom Jesus das Selvas, Buriticupu, Cidelândia, Itinga do Maranhão , São Francisco do Brejão,  São Pedro da Água Branca, Vila Nova dos Martírios, na região tocantina.  Mas não apenas elas. Todas as cidades afetadas por operações de embarque e desembarque, ou ainda, onde se localizem pilhas de estéril, barragem de rejeitos e instalações de beneficiamento de minérios, passarão a receber esses recursos, proporcionalmente à população e à extensão do território cortado pela ferrovia.

Para mim, é uma questão de justiça. Para os prefeitos e prefeitas do Consórcio Intermunicipal Multimodal (CIM), é uma questão de sobrevivência financeira. Por isso estivemos essa semana com o presidente Michel Temer, em comitiva, para assegurar que essa medida não seja sabotada por interesses menores.

Lá vai o trem, levando o minério. E lá vai o menino, das nossas pobres cidades do interior, que mais do que ninguém merece “ciranda e destino”, como cantou o poeta.

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Economia Maranhão Projetos de Lei

João Dória reconhece importância econômica da ZEMA

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Em São Luís, recebi a visita do prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), em meu escritório de representação. Na oportunidade, apresentei a ele o projeto que cria a zona de Exportação do Maranhão (ZEMA), de minha autoria, que tem como princípio aproveitar as potencialidades geográficas da Ilha de São Luís para contribuir com o desenvolvimento econômico e social do Maranhão, da Região Norte e Nordeste e também do Brasil.

Prefeito da cidade mais populosa da América Latina, João Dória é jornalista, publicitário e empresário. Ele destacou que a criação da ZEMA é uma alternativa econômica para o Maranhão e para o Brasil. “A Zona de Exportação do Maranhão faz muito sentido, pela posição estratégia, pela posição geográfica e pela facilidade do calado. São 27 metros de profundidade, o que permite um porto de grande porte, semelhante àquilo que se tem em Singapura, em Hong Kong, com grandes pólos exportadores. Portanto, uma ideia inovadora, geradora de empregos, geradora de renda e que beneficiará não apenas o Maranhão, mas, todo o país”, enfatizou Dória.

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Cidades Maranhão Meio Ambiente

Artigo: A companhia das águas

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Nesta semana foi sancionada a Lei nº 13.507, de minha iniciativa, que estendeu a atuação da Codevasf para todo o Estado do Maranhão. Lutei muito para viabilizar esse instrumento, que tem um significado enorme para Imperatriz e toda a região Tocantina.

Para dar uma ideia, a partir de agora mais 70 municípios do Maranhão, sendo 13 da região tocantina, passam a contar com a excelência técnica de uma Companhia reconhecida em todo o país pela qualidade profissional de seu quadro e pelo alcance de sua atuação.

É como se essas prefeituras, de um dia para outro, estivessem incorporando ao seu corpo profissional centenas de engenheiros, especialistas em irrigação, em transposição, em adutoras, em arranjos produtivos e muito mais.

E posso afirmar, sem medo de errar, que nenhum outro estado nordestino guarda tantas afinidades com a missão institucional da Codevasf. Só lembrando que a Codevasf adotou a bacia hidrográfica como unidade de planejamento, princípio esse que é determinante para nortear toda a sua ação.

E que outro estado nordestino pode se orgulhar de possuir 12 bacias hidrográficas? Na totalidade, são aproximadamente 202mil km², que cobrem 70% da área total do Estado.

As bacias do Parnaíba, do Tocantins, do Gurupi, correspondem às bacias hidrográficas de domínio federal, enquanto as bacias de domínio estadual estão representadas pelos Sistemas hidrográficos das Ilhas Maranhenses e do Litoral Ocidental, bem como as bacias hidrográficas do Mearim, Itapecuru, Munin, Turiaçú, Maracaçumé, Preguiças e Periá.

Agora, esse vasto território estará coberto e apto a receber programas e projetos voltados para a revitalização de bacias, a capacitação de jovens na agropecuária, captação de águas para beneficiar as atividades agropecuárias e agroindustriais, obras de infraestrutura, projetos de irrigação, construção de barragens e adutoras, implantação de polos de irrigação, recuperação de áreas ecologicamente degradadas, capacitação e treinamento de produtores rurais, além da realização de pesquisas e estudos socioeconômicos e ambientais.

Essa é uma grande conquista do povo maranhense que renderá belos frutos no futuro.

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