Blog do Roberto

Cultura

O Amor que Transforma

O amor que transforma

Em São Paulo, participei da sessão de autógrafos do lançamento do livro “O Amor que transforma, da primeira dama de São Paulo, Lú Alckmin. A obra é relata momentos da vida dela antes e, principalmente depois da perda do seu filho Thomaz – vítima de um acidente de helicóptero. Em sua história emocionante, Lú Alckmin conta como que a fé pode transformar a dor em amor ao próximo. RECOMENDO a leitura.

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Cidades Maranhão

Artigo: As ideias em ação

Semana passada fiz um alerta sobre a situação crítica em que se encontra o rio Tocantins, com risco de provocar falta d`água na região metropolitana de Imperatriz. Indiquei a necessidade de haver, no mínimo, um plano de mobilização social, a exemplo do que fez o governo de São Paulo, quando atravessou a mais grave crise hídrica de sua história.

Ninguém pense, no entanto, que me dedico apenas a criticar, sem buscar soluções, ainda que essa não seja minha responsabilidade direta, no âmbito do poder legislativo, a quem não cabe executar obras ou projetos.

No entanto, minha inquietação com o estado das coisas do Maranhão me impele a agir, buscando não apenas mobilizar consciências para a gravidade de problemas que desafiam toda e qualquer pessoa que tenha responsabilidades públicas.

Tão logo assumi o mandato estabeleci como uma das prioridades tomar medidas para enfrentar o colapso dos nossos cursos d`água. Não sabia a extensão real do problema, até que, por meio das redes sociais, criei uma campanha para envolver a população que mora às margens dos rios, cuja memória afetiva pudesse atuar como catalizadora para revelar os pontos mais críticos de degradação ambiental.

A resposta foi surpreendente. Recebemos centenas de fotografias que deram origem a um relatório fotográfico que transformei em documento para atestar a dimensão da crise. Levei esse relatório a ministros e até ao presidente da República. Daí surgiu a necessidade de fazer algo maior, com a participação de técnicos e especialistas. Criamos o projeto SOS Águas do Maranhão, que amadureceu a ideia de realizarmos seminários regionais, discutindo o problema no local, em cada bacia hidrográfica.

Cinco seminários já foram realizados, em São Luis, Pedreiras, Caxias, Grajaú e Balsas, e a sexta edição acontecerá em Imperatriz, no dia 11 de novembro. Até então, não havíamos trazido para a região tocantina pelo fato de Imperatriz estar fora da área de abrangência da Codevasf, uma parceira estratégica para a realização do evento. Essa situação foi revertida com a aprovação de projeto de lei de minha autoria que ampliou a atuação da Companhia para todas as bacias hidrográficas do Maranhão, inclusive, é claro, a do Tocantins. Um exemplo de conjunção virtuosa entre ação legislativa e executiva.

A presença da Codevasf permite que muitas das ideias discutidas nos seminários, muitas delas antigas demandas da população, possam integrar o radar das políticas do Governo Federal, contribuindo com planos e trabalhos técnicos. Por exemplo, em relação ao rio Itapecuru, já existem convênios assinados entre a Codevasf e a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), que totalizam R$ 5 milhões, para a elaboração do Plano de Recursos Hídricos da Bacia do Itapecuru e para a construção de uma Estação de Monitoramento de Águas. Há outros estudos em desenvolvimento, para a construção de diques e barragens, em áreas vitais para grandes aglomerados populacionais. Toda a região da baixada maranhense mudará sua dinâmica econômica com a implantação do projeto Diques da Baixada. Esses são apenas alguns exemplos.

Também conseguimos junto ao Governo Federal a destinação de 15 milhões em equipamentos, como dragas e escavadeiras hidráulicas para o desassoreamento dos rios. Isso tudo já é realidade e passará também a ser para Imperatriz, tão logo o projeto seja sancionado pelo presidente, o que acontecerá nos próximos dias.

O caminho é esse. Primeiro colocar a inteligência técnica dos melhores profissionais do país para elaborar um diagnóstico científico. A partir desse quadro montar um plano de ação voltado para o aumento da disponibilidade de recursos hídricos, com foco na preservação e recuperação ambiental de nascentes e das áreas de recarga hídrica.

Muitas outras ações já estão em curso, mas os limites de um artigo não me permitem listar em detalhes. O importante é saber que o rio Tocantins será o tema e o alvo do seminário, para o qual estão convidadas todas as pessoas, entidades e organizações da cidade. Das ideias para a ação, o caminho nunca é reto. Há obstáculos financeiros, interdições burocráticas, reações políticas, pra dizer o mínimo. Mas, como diz o poeta, “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.

Roberto Rocha – Senador da República

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Maranhão Política

Nota à Imprensa

É indigna a posição do governador de tentar indispor a bancada de senadores com os prefeitos do Maranhão.

Afronta o bom senso e degrada as regras básicas da convivência política sugerir que os representantes do Estado na Câmara Alta estejam contra a saúde da população.

As emendas parlamentares, como bem diz o nome, são prerrogativas dos deputados e senadores do Maranhão. Cabe a eles, e somente a eles, decidir o destino das emendas. É grotesco que o chefe do executivo vocifere publicamente como se o recurso estivesse sendo retirado dos cofres estaduais. O que está em discussão é o orçamento da União, e não do Estado. Por acaso, em algum momento o governador convidou deputados federais e senadores para discutir o orçamento estadual?

Hoje mesmo, cumpri extensa agenda iniciada pela manhã em São Paulo, com o governador Geraldo Alckmin, e acertamos sua participação no dia 11/11, em Imperatriz, no nosso Seminário de Revitalização dos Rios Maranhenses e suas Nascentes. Na oportunidade, debateremos a crise hídrica do Rio Tocantins.

Em seguida, com o ministro Bruno Araújo, das Cidades, estive em Buriticupu entregando casas e Imperatriz, onde promovi o encontro do ministro com diversos prefeitos da região, em busca de soluções para os graves problemas que enfrentam os gestores municipais.

Voltei à noite para Brasília exatamente para equacionar, na sexta-feira, a questão das emendas, com diálogo e responsabilidade. Infelizmente fui surpreendido, na volta, pelo destempero incivilizado e orquestrado entre o Governo e a mídia de aluguel, com o propósito de desqualificar quem, com muito esforço, dedica-se à honrosa missão de representar o Estado.

Faço política aproximando pessoas, estreitando a distância entre os problemas e suas soluções. Com gestos e ações efetivas, e não com fanfarras retóricas para intrigar a população com seus representantes.

Roberto Rocha

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